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Natural da Caranguejeira/Leiria, o Maestro JORGE PEREIRA DIAS, iniciou os seus estudos musicais aos nove anos de idade na Banda Filarmónica de S. Cristóvão da Caranguejeira (Leiria) que hoje mesmo dirige, tendo sido seu primeiro professor o Maestro António Cordeiro Gonçalves.
Ingressou na Banda Militar de Tomar em setembro de 1983 e logo no ano seguinte concorreu e foi admitido ao curso de formação de Sargentos na classe de Trompete. Ingressou no QUADRO das BANDAS em 1986. Em 1991 foi convidado a prestar serviço nas Forças de Segurança de Macau onde desempenhou as funções de professor do grupo de Metais na Banda da Polícia de Segurança Pública desse território, lecionando cumulativamente no Conservatório local nas classes de Trompete e formação musical.
No âmbito particular, trabalhou com os professores PHILIP NAVA e DAVID BURT, na classe de Trompete, sendo este último o atual Trompete solista da conhecidíssima Orquestra Gulbenkian.
Estudou Análise e técnicas de composição e direção de Bandas com o Maestro JORGE MANUEL BRITO.
Atualmente é Sargento Chefe Músico na reserva.
Participou no Masterclass 2000 para Trompete dirigido pelo professor THOMAS STEVEN em dezembro de 2000.
Dirige a Filarmónica de S. Cristóvão como seu Maestro desde 1996.
Licenciado em Interpretação Vertente Trompete pela Universidade de Évora.
Chefiou a Banda Militar da Madeira de 2010 até 2012.
PROFISSIONAIS:
Desde sempre a Sociedade Filarmónica São Cristóvão se manteve em situação estável, mantendo os seus quadros completos.
Ao longo dos anos, muitos foram os executantes que tiveram a honra de fazer parte desta grande família e contribuíram para o seu honroso currículo.
Esta coletividade congratula-se por ter ajudado na formação musical de um vasto leque de pessoas, desde jovens a adultos, entre os quais figura o atual Maestro.
Têm sido anos e anos de grande envolvimento num projeto onde todos transmitiram uns aos outros a força renovada no caminho da progressão em prol da cultura musical, da aprendizagem constante, do respeito pelos valores sociais e humanos e do são convívio.
A força de vontade e de querer de todos os elencos diretivos que fizeram história nesta instituição, bem como o interesse, a profundidade de execução e o brio profissional de todos os seus executantes permitem manter revitalizadas todas as reais capacidades da Filarmónica de São Cristóvão.
Maestro na Banda: