Agenda :

De momento não existem eventos registados

17 de Agosto, 2026

Quinteto de Metais do Cons. Música de Fornos

Clique na imagem para ver o tamanho original

O quinteto de Metais da Academia de Fornos vai realizar um concerto no próximo Sábado, dia 2 de Abril, pelas 21 horas no salão paroquial de Santa Maria do Vale, em Santa Maria da Feira. O concerto é promovido pelo próprio quinteto e será cobrada a entrada. Facto curioso este de cobrarem entradas porque normalmente as entradas são gratuitas para este tipo de eventos. Porém, ao contrário do que também é hábito, o quinteto de sopros irá oferecer vários brindes-surpresa que serão sorteados pelos bilhetes vendidos ao público. A publicidade e a venda dos ingressos no espectáculo é totalmente feita pelos elementos do quinteto. Este evento tem o patrocínio da empresa Cardoso & Conceição. Gostaríamos ainda de destacar a particularidade com que o quinteto de sopros da Academia de Fornos nos fez chegar o programa previsto para o concerto e que aqui reproduzimos na íntegra. Não só nos é indicada a sequência de obras a executar como é feita uma breve resenha histórica e contextual das obras, facto que é digno de relevo. 1ª PARTE PAUL DUKAS– FANFARE “Fanfare” pertence ao ballet “La Péri”, composto em 1911 e originalmente destinado a ser representado nos Ballets Russos. Foi estreado em Paris, em 1912, e tem como instrumentos 4 trompas, 3 trompetes, 3 trombones e 1 tuba. Baseia-se numa história persa sobre Iskender (Alexandre, o Grande) e Péri, uma fada ao serviço de Ormuzd, o deus da luz. É uma peça extremamente popular, num estilo impressionista francês e uma orquestração pouco habitual, pois requer a todos os instrumentos uma grande variedade sonora. HAENDEL– ARRIVAL OF THE QUEEN OF SHEBA “Arrival of the Queen of Sheva” pertence ao Oratório inglês “Solomon”, composto em 1749. Grande parte dos textos foram baseados na história do Rei Salomão, mas acredita-se que Haendel tenha escolhido este tema como um tributo ao Rei George II da Inglaterra, um generoso patrono, e com qual a Inglaterra conheceu um período de grande prosperidade. “Arrival of the Queen of Sheva” pertence ao terceiro Acto, no qual a rainha de Sheba visita o palácio do rei Salomão, tendo este em retribuição exibido as maravilhas do seu reino. A entrada da rainha é assim caracterizada com esta música, a sua majestade e opulência, através da utilização de diversos instrumentos da família dos metais. HAENDEL– LARGO O “Largo” pertence à ópera italiana “Xerxes”, de Haendel, datado de 1738. O libreto é da autoria de Giovanni Bononcini, tendo sido representado pela primeira vez em Londres, em Abril de 1738. Esta ópera é considerada a mais mozartiana das suas óperas, pois mistura a farsa com a sátira, onde a natureza humana é exposta, mas nunca ridicularizada. O texto passa-se na Pérsia em 480 A.C. e retrata os amores do rei Xerxes. Apesar de, na época, esta ópera ter tido pouco sucesso, actualmente este Largo é considerado uma das melodias mais conhecidas de Haendel. Esta obra possui uma melodia expressiva que, apesar da sua simplicidade, é uma das melodias mais poderosas e belas. PACHELBEL – CANON Johann Pachelbel nasceu em Nuremberg, Alemanha, em 1653, e faleceu na mesma cidade em 1706. Ao longo da sua vida foi organista, compositor e professor. Escreveu essencialmente para órgão e grupos de câmara, denotando-se no seu reportório 70 corais, 95 fugas e diversas tocatas, prelúdios e fantasias. O seu famoso Cânon em Ré Maior foi composto em 1680, em pleno período Barroco, sendo uma peça de música de câmara, para três violinos e baixo contínuo. Baseia-se num ostinato de dois compassos no baixo, a partir do qual os restantes instrumentos realizam 28 variações desse tema. Foi a partir de 1970 que esta obra, considerada estranha e obscura, tornou-se numa das peças mais conhecidas de todos os tempos, tendo sido tocada, desde então, numa multiplicidade de versões e arranjos para variadíssimos agrupamentos de câmara. HAENDEL– ALELUIA Georg Friedrich Haendel nasceu em Halle, Alemanha, em 1685. Estudou órgão e aos 9 anos começou a compor, tendo demonstrado, desde cedo, fantásticos dons musicais. Foi uma das grandes figuras musicais europeias de sempre, tendo composto mais de 600 obras. Faleceu em Londres, em 1759. A famosa obra coral “Aleluia” pertence à Oratória “Messias”, tendo sido composta em 1741. O texto foi literalmente extraído das Escrituras Sagradas: profetização da vinda do Messias, seu nascimento, sofrimento, morte e exaltação de Cristo, terminando com o triunfo final do Evangelho. Diz-se que o rei Jorge II da Inglaterra ao assistir à representação do coral “Aleluia” pôs-se de pé. O gesto acabou sendo seguido por todos os presentes, constituindo-se, em prática comum até os dias de hoje. O texto deste coral é o seguinte: “Aleluia pois o senhor omnipotente reina; o reino deste mundo se tornou o reino de Nosso Senhor e de seu Cristo; e Ele reinará para sempre e sempre; Rei dos reis e Senhor dos senhores; ALELUIA!”. 2ª PARTE TRADICIONAL - JUST A CLOSER WALK Em 1920, surgiu um novo estilo de música religiosa afro-americana, denominada “Gospel”. “Just a Closer Walk” é um dos mais famosos gospels desta época, cujo refrão repete a frase: “Sou fraco, mas com Ele sinto-me forte; Jesus, afasta-me de todo o mal; Estou bem enquanto caminhar ao Seu lado”. Não se conhece a sua origem exacta, já que, segundo alguns dados terá sido composta por volta de 1930, mas sabe-se que já era transmitida oralmente nas cerimónias religiosas muito antes disso”. “Just a Closer Walk” tem provavelmente as suas origens nas músicas cantadas nas plantações agrícolas onde trabalhavam negros. Em tempos de escravatura, no sudeste dos Estados Unidos da América, para o povo negro a morte era sinónimo de liberdade. A morte permitia ao escravo a “sua caminhada pelo Rio Jordão, de modo a encontrar-se com Deus e Jesus”. BEATLES – PENNY LANE “Penny Lane” foi composta em 1966 por John Lennon e Paul McCartney. É uma canção sobre a infância, já que Penny Lane é o nome de uma rua em Liverpool onde ambos cresceram e passaram parte da sua vida. John Lennon e Paul McCartney cresceram e brincaram nessa rua, hoje tornada num marco de visita para os turistas. A letra da canção – com o barbeiro, o bancário, o bombeiro, entre outros – descreve uma série de pessoas normais no seu dia-a-dia, sempre repetindo a frase: “Penny Lane está nos meus ouvidos e nos meus olhos, por baixo do céu azul”. Mesmo o próprio barbeiro descrito na canção trata-se do barbeiro que cortava o cabelo a Lennon, McCartney e George Harrison, quando estes eram crianças. Uma inovação patente nesta canção prende-se com o solo de trompete piccolo, pois tratava-se da primeira vez que este instrumento era utilizado na música pop. SCOTT JOPLIN – THE ENTERTAINER Scott Joplin nasceu em 1868, no Texas, EUA. Estudou piano e aos 34 anos compôs a sua melhor composição, um ballet que utilizava ritmos num estilo de música denominado de “ragtime”. Este estilo combinava canções populares, ritmos africanos e influências crioulas. Era normalmente tocada nas ruas de Nova Orleans e em barcos ao longo do rio Mississipi, uma música particularmente americana, mas num estilo nunca ouvido até então. Scott Joplin faleceu em 1917, em Nova Iorque. “The Entertainer” foi uma das mais famosas composições deste autor, tendo-se tornado extremamente popular no filme “The Sting”, nos anos 70. LEW POLLACK - THAT´S A PLENTY Lew Pollack nasceu em 1895, em Nova Iorque, EUA. É autor de uma excelente peça em estilo ragtime-jazz que o lançou para o estrelato, em 1914. Essa peça chamava-se “That´s a plenty”. Este compositor ficou essencialmente conhecido pela composição de canções e bandas sonoras para mais de 40 filmes. Faleceu em 1946. STEPHEN ROBERTS - CLEAR THE LINE “Clear the Line” é uma peça em estilo Boogie. Este conceito surgiu por volta de 1940, e a sua definição é um pouco imprecisa, pois tanto se pode associar a rock, blues, ragtime, ou outros estilos, ou seja, existem canções em estilo Boogie mais tristes ou melancólicas, e outras mais vigorosas e enérgicas. No entanto, o seu estilo assemelha-se mais a uma versão instrumental dos blues. Inicialmente o termo Boogie estava associado a Boogie-Woogie, mas actualmente apenas se diz “Boogie”, caracterizando-se essencialmente pela presença de um baixo repetitivo. “Clear the Line” é da autoria de Stephen Roberts, num estilo enérgico e vivo. TRADICIONAL - AMAZING GRACE “Ó Graça surpreendente.. Como é doce o som que salvou um desaventurado como eu. Eu estava perdido, mas agora me encontrei. Fui cego, mas agora vejo. Através de muitos perigos, labutas e armadilhas já passei, esta Graça trouxe-me até aqui. E a Graça conduzir-me-à ao meu lar”. É com estas palavras que se inicia o mais popular hino em língua inglesa. A letra foi escrita por John Newton (1725 – 1807), um comerciante de escravos que acabou por se tornar pastor católico. Este hino é uma descrição pessoal da vida de John Newton, que ao compreender o sofrimento que atravessavam os escravos, desistiu da sua profissão e converteu-se em pastor da religião católica. QUINTETO DE METAIS Alcides Oliveira Paiva Iniciou os seus estudos musicais na Academia de Música de S.J. da Madeira, transferindo-se em 1998 para a Academia de Música de Stª Mª da Feira onde terminou o curso Complementar de Trombone de Varas. Foi membro da Orquestra de Jovens do Concelho de Santa Maria da Feira, como chefe de naipe, desde 1995 até 1999. Em 1997 participou num curso de Direcção de Orquestra no Conservatório de Música de Águeda com o Maestro Robert Houlihan. Posteriormente frequentou um curso de regência de Bandas Filarmónicas promovido pelo Inatel e orientado pelo Maestro Alberto Roque e José Brito. Participou em cursos de aperfeiçoamento de Trombone de Varas com professor Emídio Coutinho e Hugo Assunção, Joaquim Raposo. Frequentou o XV Curso Internacional para Jovens Músicos promovido pelo Inatel. No ano lectivo 2001/02 ingressou no curso de Licenciatura em Ensino de Música da Universidade de Aveiro, na área específica de Trombone de Varas. Lecciona as disciplinas de Trombone e Classe de Conjunto, na Escola de Música do Coral de Fornos, escola oficializada em 1999, Escola de Artes de Avança e Escola de Música da Banda Amizade de Aveiro, Formação Musical e Metais na Escola de Música da Banda Marcial do Vale, Formação Musical na Escola de Música de Louredo. É Director Artístico da Banda Juvenil da Associação de Cultura e Recreio da Banda Marcial do Vale e da Banda Juvenil Amizade de Aveiro. É membro do Grupo de Metais do Conservatório de Música de Fornos – Stª M.ª da Feira. Frequenta o 4º ano da Licenciatura em Ensino de Música da Universidade de Aveiro na área específica de Trombone de Varas na classe do professor Jarret Buttler. Paulo Alexandre G. Reis Iniciou os seus estudos musicais em 1983, na Escola de Música do Coral de Fornos. Posteriormente frequentou a Academia de Música de Santa Maria da Feira. Em 1997 concluiu o curso complementar de Trompete com aprovação pelo Conservatório de Música de Calouste Gulbenkian de Aveiro. Foi membro da Orquestra de Jovens do Concelho de Santa Maria da Feira, desde o seu primeiro concerto em 1994 até 1999. No ano lectivo 1998/99 ingressou no curso de Licenciatura em Ensino de Música da Universidade de Aveiro, na área específica de Trompete. Foi membro do Grupo de Trompetes e Orquestra de Sopros da Universidade de Aveiro, participando e organizando concertos pelo país. No ano lectivo 2003/2004 realizou estágio pedagógico no Conservatório Calouste Gulbenkian de Braga, sob orientação do Professor Fernando Ribeiro, obtendo como nota quantitativa final, dezoito valores. Em 2004 concluiu a Licenciatura em Ensino de Música da Universidade de Aveiro na área específica de Trompete. Participou em vários cursos de aperfeiçoamento de Trompete com Spanish Brass Luur-Metalls, Fred Mills trompetista dos Canadian Brass, Guy Trouvon, trompetista Francês, John Aigi, solista da orquestra da Galiza, Charles Buttler e Stephen Mason, solista da Orquestra Gulbenkian. Participou num curso de Direcção de Orquestra no Conservatório de Música de Águeda com o Maestro Robert Houlihan, e frequentou um curso de Direcção de Orquestra de Sopros, com Maestro Alberto Roque, no Conservatório de Música de Fornos. Lecciona as disciplinas de Trompete e Classe de Conjunto no Conservatório de Música de Fornos, Escola de Música Acorde e Escola de Avanca. É Maestro da Orquestra da Escola de Artes de Avanca e da Escola de Música Acorde. É membro do Grupo de Metais do Conservatório de Música de Fornos. Martha Rosa G. Oliveira Iniciou os seus estudos musicais com dez anos de idade na Banda Musical de Souto. Aos 12 anos foi para a Academia de Música de Sta. Maria da Feira, aprender trompa na classe dos professores José Borges e Abel Pereira. Em 1996 foi admitida na Escola Profissional de Música de Espinho, onde continuou o seu estudo de trompa, no primeiro ano com o professor Ivan Kucera, e nos anos seguintes com o professor Abel Pereira. Enquanto aluna da Escola Profissional de Música de Espinho, participou em todos os estágios da Orquestra de Sopros e a Orquestra Sinfónica, sob a direcção dos maestros Kevin Wauldron e Cesário Costa. Enquanto aluna desta escola participou no Festival Internacional de Orquestras de Jovens em Murcia. Em 2000 foi admitida na Academia Nacional Superior de Orquestra e teve como professores Jerôme Arnouf, Tracy Nabais e Eric Murphy. Ainda nesta escola esteve inserida na Orquestra Académica Metropolitana sob a direcção do maestro Jean-Marc Burfin. Tem sido regularmente convidada para participar na Orquestra Metropolitana de Lisboa sob a direcção do maestro Miguel Graça Moura entre outros. Terminou a licenciatura no ano (2003/04), com o professor Eric Murphy. Trabalhou em várias master classes com os professores Bohdan Sebestik, Adam Friedrich, Abel Pereira, Philip Myers, Radovan Vladtovic, Stefan Dohr, Fergus Mcwilliam. Em 1995 integrou a Orquestra Clássica de Fornos sob a direcção do maestro Paulo Martins. Aos 15 anos apresentou a solo com esta mesma orquestra. Desde de 1996 que está integrada na Orquestra de Jovens de Sta. Maria da Feira sob a direcção do maestro Osvaldo Ferreira (maestro titular) e os maestros Ivo Cruz, Sokhiev Tougan, Teodoro Aparício e Joana Carneiro (maestros convidados). Em 1996 participou na Orquestra Sinfonieta sob a direcção do maestro Omri Hadari. Em 1998 passou a estar integrada na Banda Sinfónica de Jovens do Concelho de Sta. Maria da Feira sob a direcção do maestro Paulo Martins. Em 1999 foi membro da Orquestra Portuguesa das Escolas de Música sob a direcção do maestro Leonardo de Barros. Participou, ainda neste ano, no primeiro estágio nacional da orquestra APROARTE, sob a direcção do maestro Dominique Sourisse. Em 2000 foi admitida na Orquestra Nacional de Sopros dos Templários sob a direcção do Maestro António Saiote. Em Setembro de 2001 foi convidada a participar numa orquestra internacional formada no âmbito do evento “Porto 2001 Capital Europeia da cultura”. Esta orquestra foi dirigida por Omri Hadari e interpretou o unicamente a obra “War Requiem” de Benjamin Britten. Em Agosto de 2002 foi convidada pela Escola Profissional de Espinho a participar no Festival em Aberdeen na Escócia com a orquestra da escola. Apresentou-se em várias ocasiões por todo o país, em Espanha, Escócia, Itália, EUA, em música de câmara, e em orquestra. Em Julho de 2004 participou no 36º Congresso Internacional de trompas em Valência. Leccionou na Escola Metropolitana de Música de Lisboa. Lecciona Trompa no Conservatório de Música de Fornos, Sociedade Filarmónica Gualdim Pais, Academia de Música do Orfeão de Ovar, e nas escolas de Músicas das Bandas de Carregosa e Loureiro. Sérgio Rocha Carvalho Nasceu a 20 de Junho de 1976, na cidade do Porto. Com apenas um ano foi viver para Castelo de Paiva, local onde iniciou os seus estudos. Como formação literária concluiu o 12º ano em 1994, ano em que ingressou no ensino superior, no curso de Física da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Curso que deixou em 1996, para se dedicar inteiramente á música, ingressando no curso superior de Instrumento – Trompete, na Escola superior de música e das Artes do Espectáculo do Porto, na classe do Prof. Kevin Wauldron. Como formação musical iniciou os seus estudos de Trompete, na escola da Banda Marcial de Bairros no ano de 1986. Dois anos depois ingressou na Academia de Música de Castelo de Paiva onde veio a finalizar o 8º Grau na classe do Professor Manuel S. Nunes, com 17 valores. Com ele Trabalhou variadas obras entre as quais se destacam: “Intrada” de Otto Ketting; “Fantaisie” de Francis Thomé; “Rustiques” de E. Bozza; “Suite” de E. Baudrier ; “Concerto em Mib” de J.N.Hummel, entre outras. Participou em diversos cursos/ seminários ministrados por professores tais como: Prof. José Augusto Carneiro; pelo quinteto de metais espanhol “Luur Metalls Spanish Brass Quintet” com o trompetista Fred Mills; Prof. Kevin G. Wauldron; Prof. Massimo Spiga; Prof John Aigi Hurn e pelo quinteto de metais venezuelano “Barquisi Metal”. Participou também nas Orquestras Académicas: “Orquestra de Sopros Jovens Músicos 94”, “Orquestra das Escolas de Música Particulares 97”, “Orquestra Sinfonieta 98 e 99”, “Orquestra Nacional de Sopros dos Templários 97 e 98”, entre outras. Colaborou como solista com a Orquestra de Cordas da Escola de Música do Coral de Fornos, no ano de 96 apresentando o “Concerto em Mib M” de J. Haydn, no mesmo ano, com a Orquestra de Sopros da Academia de Música de Castelo de Paiva, apresentou o “Trumpet Concerto” de J. N. Hummel, com a mesma orquestra apresentou o “Concerto” de A. Arutunian em 2002 e o “Concerto para 2 Trompetes” de A. Vivaldi em 2003. Fez parte do quarteto de trompetes “Quadrivium” e Orquestra Ligeira de Castelo de Paiva. É membro fundador do quinteto de metais “Monumentais Ensamble”, é primeiro trompete da Big Band “Corleone”, bem como da “Solverde Big Band”. Exerce funções de docente na Escola da Banda Marcial de Bairros, Escola de Música do Grupo Coral de Fornos (S. M. Feira), Academia de Música de Castelo de Paiva e Academia de Música de Arouca. Foi docente da Academia de Música de Paredes até ao ano de 2003. É Maestro da Banda Marcial de Bairros desde 2004. É licenciado em instrumento “Trompete” pela Escola Superior. Nuno Costa Para além de, à semelhança dos colegas que integram o "quinteto de metais", leccionar no Conservatório de Música de Fornos, Nuno Costa é uma figura sobejamente conhecida pelo seu virtuosismo e grande competência como bombardinista. O seu curriculum fala por si, podendo ser consultado no excelente artigo que escreveu sobre o seu instrumento de eleição - o bombardino - e que gentilmente nos permitiu publicar no nosso portal. Poderá consulta-lo aqui.