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“Acrescentam às bandas a possibilidade de um trabalho de preparação diferente”
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Entrevista ao Presidente e Maestro da Banda de Famalicão
no âmbito da futura participação no concurso de Bandas Filarmonia D’Ouro a 22 Nov.14.
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Que pensam dos concursos de Bandas?
Julgamos ser uma oportunidade para redefinir os objetivos internos das bandas, uma forma de as promover perante a comunidade e definir metas futuras ao serem sujeitas à avaliação de um júri.
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Do seu/vosso ponto de vista que mais valia acrescentam às Bandas ?
Acrescentam às bandas a possibilidade de um trabalho de preparação diferente, alicerçado num trabalho de organização e planificação de ensaios mais rigoroso e com um fim bem definido. Esse trabalho, bem trabalhado ao nível motivacional, ajuda a uma maior interação entre as diferentes partes do grupo.
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O que vos motivou a participar no concurso Filarmonia D’Ouro, no Europarque a 22 de Novembro?
A principal motivação foi o facto de podermos participar num concurso na nossa região, com um júri de elevada qualidade.
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Que objetivos tem definidos para o evento?
Os objetivos passam pela criação de metas artísticas e de trabalho direcionado que permitam fazer a banda evoluir. Temos também como objetivo a solidificação do grupo, ao nível musical, social e organizacional.
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Que esperam em termos de classificação?
Esperamos uma classificação justa e condigna com a nossa performance.
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Concordam com o sistema de classificação que foi instituído?
É o sistema apresentado no regulamento e ao participar obviamente que o aceitamos. Os critérios de avaliação são objetivos e coerentes para um concurso bandístico. A definição da pontuação para que seja atribuído cada um dos prémios, bem como a classificação que permitirá a obtenção dos lugares em cada secção é bastante explícita.
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Que opinião tem quanto à competência artística dos elementos que compõe o Júri, incluindo o presidente e diretor do concurso Maestro Paulo Martins?
A opinião que temos é que estamos perante um júri de grande nível artístico, constituído por personalidades nacionais e estrangeiras experientes na área e que, com toda a certeza, irão colocar a sua competência ao serviço do concurso. Nesse universo de personalidades está o diretor do concurso Maestro Paulo Martins, que faz parte de um restrito número de maestros portugueses diplomados superiormente na área.
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Caso a classificação da Banda fique aquém da expectativa como irão reagir?
Iremos reagir com a naturalidade de que tudo fizemos para cumprir com as nossas expectativas.
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Se atingirem os vossos objetivos em que medida isso beneficiará a Banda?
Julgamos que poderá ser bom em termos de promoção e projeção da banda para o futuro e como motivação para todas as partes envolvidas: sócios e simpatizantes, elementos diretivos, maestro e músicos, para trabalhar cada vez melhor.
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Já alguma vez participaram em algum concurso? Se sim quando e em que concurso?
Sim. A Banda de Famalicão participou num concurso organizado pelo Jornal Comércio do Porto, em 1973, ficando classificada em 1º lugar entre as 18 bandas participantes.
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Conhecem a APB (Academia Portuguesa de Banda) organizadora deste Concurso?
Sim, conhecemos a Academia Portuguesa de Banda enquanto escola de formação de maestros de banda.
Responderam a esta entrevista:
Presidente José Agostinho Correia
