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31 de Julho, 2026

Dignificando a arte dos sons – Valdemar Sequeira

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Sábado passado dia 1 de Junho desloquei-me a Silvalde Espinho para assistir ao concerto raízes, concerto de apresentação aos Amigos Sócios e Público em geral do novo programa para a época 2013. Local maravilhoso, noite calma sem vento, condições ótimas para a realização de um bom concerto, muito público e muito silencio, ingredientes necessário para um grande evento. Grande abertura de concerto feita pelos alunos da escola de música, onde estiveram em grande nível quer na execução das três obras quer na postura em palco. Feita apresentação da escola de música (orquestra de Sopros) que foi ovacionada pelo público, e dirigida pelo Maestro César Santos. Cerca de uns 10 minutos de intervalo eis que aparece a Banda de Música de Silvalde para mostrar e presentear os presentes com o concerto com o novo reportório. La Rodana Pasodoble de concerto de Ferrer Ferran, onde a banda mostrou todo brilho e entusiasmo, característica deste género de composição. 1812 a grande abertura, o novo desafio, quer técnico quer interpretativo, o culminar de intenso e exausto trabalho da banda, para poder colocar em concerto esta grande obra. Fantástico quer a interpretação como também o desempenho técnico dos músicos que compõem esta banda, no final notava-se o brilho nos olhos (missão cumprida). Promenade obra a solo para clarinete, onde Patrícia Vieira, jovem talento de 14 anos mostrou todos seus dotes e talento, quer tecnicamente quer expressivamente, um grande momento musical, parabéns Patrícia. Encanto sinfónica Deolinda Arr: Carlos Amarelinho, A obra tem 4 temas dos “Deolinda” "Mal por mal", "Um contra o outro", Passou por mim e sorrio" e "Fon fon fon". Momento musical com alguma descontração fazendo jus ao nome do concerto “raízes”, realçando composições de alguns temas portugueses, e de alguns compositores portugueses do povo para o povo. Cantar de Vilela, Rapsódia de Valdemar Sequeira, obra encomendada pela banda de Música de Vilela Paredes por ocasião das suas 150 primaveras, no ano 2010.Esta obra representa a vida dura do camponês, ao abrir da aurora já o homem trabalha para fugir ao intenso calor, que se faz sentir nos meses de intenso trabalho, Maio e Junho, por volta do meio-dia apos o almoço aparece o fado que representa a sonolência de uma manhã dura de trabalho e de uma refeição melhorada. De seguida aparece o corridinho, que é o retomar da actividade na longa tarde que o espera. Marcha final representativa da folia dos Santos Populares, onde existe muito cansaço mas o pé de dança o espera. Navegar Navegar arr: de Jorge Salgueiro Um tema excelente orquestrado pelo grande compositor Jorge Salgueiro, onde explora todos os timbres de uma banda e também onde e muito bem incluiu o grande instrumento (Acordeão) Depois de finalizar o concerto ainda houve lugar a outro momento de lazer um repasto de confraternização, entre músicos e Amigos da banda. Um bem-haja aos directores desta Banda de música maestro e músicos, na minha modéstia opinião estão no caminho certo, dignificando a arte dos sons e as nossas bandas filarmónicas. valdemarsequeira