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18 de Agosto, 2026

Banda Filarmónica de Lavre

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Lavre prepara-se para organizar e acolher, pelo sexto ano consecutivo, o Curso de Aperfeiçoamento para Jovens Músicos. Na edição deste ano, a decorrer entre 26 e 31 de Julho e com a audição a ter lugar neste último dia, participarão 55 formandos, oriundos de 12 Bandas / Escolas de Música do distrito de Évora. Para além da anfitriã, o evento contará, nesta sexta edição, com a participação das seguintes colectividades: - Casa do Povo de Cabrela; - Centro Cultural de Borba; - Centro Cultural do Alandroal; - Filarmónica Municipal Mouranense, de Mourão; - Sociedade Antiga Filarmónica Montemorense “Carlista”, de Montemor-o-Novo; - Sociedade Filarmónica Artística Estremocense, de Estremoz; - Sociedade Filarmónica Corvalense, de S. Pedro do Corval; - Sociedade Filarmónica União Calipolense, de Vila Viçosa; - Sociedade Filarmónica União Montoitense, de Montoito; - Sociedade Filarmónica Veirense; - Sociedade União Alcaçovense, de Alcáçovas. Os formandos serão distribuídos por 9 classes instrumentais: - Flautas – Formador – Jorge Nunes; - Oboés – Formador – Artur Rouquina; - Clarinetes – Formadores – Rui Cocharra e Paulo Gaspar; - Saxofones – Formador – José Massarrão; - Trompetes – Formador – Abílio Coelho; - Trompas – Formador – Filipe Cordeiro; - Trombones – Formador – Manuel Gaspar; - Bombardinos e Tubas – Formador - Pedro Florindo; - Percussão – Formador – Mário Bento. A globalidade dos alunos formará uma Banda, cuja actuação preencherá a segunda parte da audição. A preparação e direcção da mesma ficarão a cargo do Maestro da Banda Filarmónica Simão da Veiga da Casa do Povo de Lavre, Professor Fernando Palacino. A Banda de Lavre conta poder efectuar, no final das actividades, mais um balanço positivo desta iniciativa que, desde 1999, vem mobilizando um número cada vez maior de Bandas e de jovens músicos do distrito de Évora. É entendimento desta colectividade que só com projectos desta natureza será possível agregar crianças e jovens em torno da nobre causa da música em geral e do movimento filarmónico, em particular. Ao mesmo tempo, continua a apostar no reforço da qualidade, exigência cada vez mais incontornável face aos desafios futuros que se avizinham.