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Concerto de Ano Novo Grupo Recreativo e Musical – Banda Famalicão
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O Grupo Recreativo e Musical – Banda Famalicão apresenta o seu Concerto de Ano Novo que se realiza no próximo dia 11 de janeiro pelas 21:30h, na Casa das Artes – Vila Nova de Famalicão, e conta com a direcção musical de Fernando Marinho.
Programa:
1ª Parte:
Also Spracht Zarathustra – Richard Strauss/ Arr. Fernando Marinho
Introdução
Concerto Nº 1 para Trompa – Richard Strauss/ Arr. John Boyd
Allegro
Andante
Allegro-Rondo
Extreme Beethoven – Johan de Meij
Metamorfoses sobre temas de Ludwig van Beethoven
2ª Parte:
Granada – Agustín Lara/ Arr. Esteban Batallán
Para Trompete e Banda Sinfónica
La Boda de Luis Alonso – Gerónimo Gimenez
Intermedio da Zarzuela
España Cani – Pascual Marquina Narro/ Arr. Toshio Mashima
Para 3 Trompetes e Banda
Hispania – Oscar Navarro
Fantasía española
Tiago Silva – trompa
Notas de Programa:
Also Spracht Zarathustra – Richard Strauss (1864-1949)
Also Sprach Zarathustra, Op. 30 (em português: Assim falou Zaratustra) é um poema sinfónico composto em 1896 por Richard Strauss, inspirado no tratado filosófico de mesmo nome escrito por Friedrich Nietzsche. A sua introdução tornou-se mundialmente conhecida por ter sido usada como tema musical no filme 2001: A Space Odyssey (Uma Odisseia no Espaço), criação de Arthur C. Clarke e Stanley Kubrick, de 1968 e como introdução dos espetáculos de Elvis Presley a partir dos anos 70. A Banda de Famalicão associa-se à comemoração do 150º aniversário do nascimento do compositor, numa transcrição do maestro Fernando Marinho.
Concerto Nº 1 para Trompa – Richard Strauss (1864-1949)
O Concerto de Trompa, Opus 11 foi composto em 1882-3, quando Richard Strauss tinha 17 anos. O seu pai, Franz Strauss era o mais distinto trompista da altura e o jovem Strauss teve acesso a todos os seus ensinamentos.
O concerto tem três andamentos (Allegro-Andante-Allegro/Rondo), aqui apresentado num arranjo de John Boyd.
O solista é o jovem trompista famalicense Tiago Silva.
Extreme Beethoven – Johan de Meij (1953)
Esta peça é baseada num conceito já utilizado pelo compositor em Extreme Makeover. Temas clássicos bem conhecidos são apresentados na sua forma original que, subtil e surpreendentemente, são modificados. Muitos motivos do vasto tesouro de Beethoven fazem a sua aparição: Concerto de Piano “Imperador”, Egmont, Sonata ao Luar, Para Elisa, Marcha Turca e Sinfonias Nºs 3, 5, 6, 7 e 9.
Nas palavras do compositor, é uma homenagem à grandiosidade de Ludwig van Beethoven.
Granada – Agustín Lara (1900-1970)
Granada é uma canção mexicana escrita em 1932 . A canção retrata a cidade espanhola Granada e tornou-se standard no repertório, sendo cantada por nomes como Frankie Lane, Mario Lanza ou Frank Sinatra.
É apresentada num arranjo para trompete e banda sinfónica da autoria de Esteban Batallán, trompete solista da Orquesta Ciudad de Granada.
La Boda de Luis Alonso – Gerónimo Giménez (1854-1923)
Esta zarzuela num único acto de Gerónimo Giménez foi estreada em 1897, no Teatro da Zarzuela, em Madrid.
O Intermedio apresentado é bastante famoso, pela sua difusão orquestral e, principalmente, bandística.
España Cani – Pascual Marquina Narro (1873-1948)
Esta famosa marcha-pasodoble evoca a Espanha cigana. A peça foi escrita por volta de 1925 e é aqui apresentada numa versão para 3 trompetes, num espectacular arranjo de Toshio Mashima.
Hispania – Oscar Navarro (1981)
É uma Fantasia para Banda dedicada à Banda Municipal de Alicante e em homenagem aos grandes compositores espanhóis dos finais do século XIX e XX, que zelaram pela cultura musical espanhola e que a levaram além fronteiras.
Com esta peça, o compositor quis fazer uma visita a essa linguagem nacionalista, dando-lhe um ar fresco mas sem perder a essência e, como tal, utilizando ritmos e danças do folclore espanhol. Dedica-a à Banda Municipal de Alicante, de onde são as raízes de Oscar Navarro.