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17 de Agosto, 2026

Entrevista com o Tenente Oliveira

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O portal bandasfilarmonicas.com orgulha-se de ter trazido até junto de toda a comunidade filarmónica, ao longo dos últimos 2 anos e meio, uma série de contributos de individualidades de insuspeita competência. O nosso próximo entrevistado acentua esta regra, porquanto o Tenente Oliveira é reconhecido como um homem com ideias claras que frontalmente assume e objectivamente defende. A forma como se exprime acerca da Orquestra Ligeira do Exército, as suas opiniões acerca deste tipo de agrupamentos e a sua diferença para os demais (inclusivamente para as Orquestras Ligeiras Civis) é exemplo claro dessa clareza de ideias e será seguramente um referencial em futuras discussões do tema. Será uma entrevista a não perder que, como já se disse, temos a honra de publicar, dentro de dias, no sítio do costume… Importa destacar ainda de que esta se trata de uma entrevista que o Tenente Oliveira concedeu ao Jornal do Exército e cuja publicação no nosso portal foi autorizada por esta entidade, deferência que queremos desde já aqui louvar e agradecer. Historial da Orquestra Ligeira do Exército Sediada na Escola Militar de Electromecânica, a OLE iniciou as suas actividades em 1977, sucedendo a um agrupamento musical militar (“Alerta Está”) criado pela Região Militar de Lisboa, que no início dos anos 70 fez furor num programa radiofónico da RDP. Dois anos depois, foi oficializada por Decreto – Lei para representar o Exército Português e colaborar com os outros ramos das Forças Armadas e com Entidades e Organismos Civis. Executando composições ligeiras, a OLE tem procurado incrementar o gosto pela música nacional, desenvolvendo para o efeito um trabalho de recolha, instrumentação e difusão de temas de raiz popular, sendo hoje considerada como uma verdadeira “embaixadora” do Exército Português junto da sociedade militar e civil, contribuindo para a afirmação e valorização cultural, a Orquestra é fortemente solicitada para actuar nos mais variados eventos festivos, estimando-se a realização de cerca de 50 espectáculos nos oitos meses de actuação. No entanto, o seu currículo não se resume às fronteiras nacionais, tendo já efectuado variados concertos no estrangeiro, especialmente dirigidos às Comunidades Portuguesas, como a recente deslocação ao estrangeiro por convite do gabinete do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, onde a OLE se associou às celebrações dos 30 anos do 25 de Abril, efectuou uma digressão por terras de França e Andorra, o que constituiu um factor de importante proximidade entre Portugal e as suas Comunidades radicadas naqueles países, contribuindo assim, para reafirmar a imagem de um Portugal desenvolvido e moderno.