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Jean Yves Fourmeau – Show na Casa da Musica
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“É um prazer vir a Portugal especialmente no momento do 3º aniversário da Banda Sinfónica Portuguesa com quem tive a honra de tocar. É uma excelente Banda, recheada de bons artistas. Faço votos para que este projecto continue durante muitos anos e sempre com muito sucesso. Tal como eu qualquer musico gostará de tocar com esta Banda” A primeira vez que veio a Portugal foi a convite do seu antigo aluno: Francisco Ferreira, hoje titular da batuta da BSP. Depois se seguiram mais algumas incursões pelo centro do país e agora, a convite da BSP, no norte, com o apoio da Yamaha e de C&C. Mais de duas dezenas de alunos fizeram o painel dos que frequentaram a master classe que decorreu na Casa da Musica, assistido pelo Quarteto de Saxofones do Porto. Na entrega dos diplomas a satisfação era evidente quer do professor quer dos alunos. O presidente da BSP, Pedro Silva, entregou um diploma de mérito a Jean Yves, no encerramento, “pelos relevantes conhecimentos que transmitiu” que o emocionou, que o fez “corar” agradecendo profundamente tão simpático gesto. Tal como outros eventos da BSP, de C&C e da Yamaha o sucesso deste foi completo. No domingo, na Casa da Musica com a BSP, Jean Yves foi de novo exemplar. Um grande artista para um grande público, com uma grande orquestra. Quanto à Banda Sinfónica, de parabéns pelo seu 3º aniversário, quando pouca gente pensava que lá chegaria, que veio mudar completamente a forma de ver a filarmonia em Portugal pelo nível que atingiu, por ser um projecto inovador, fez de novo um brilhante concerto. Não faltará muito até que seja reconhecida oficialmente como instituição de utilidade pública. Francisco Ferreira e o presidente Pedro Silva, os grandes pilares do projecto, creem que não faltará muito para que isso possa acontecer. A intensa actividade que tem promovido não deixa qualquer dúvida sobre o potencial desta organização. Mais de 100 eventos, todos de alto nível, foram levados a cabo nestes três anos e muitos mais estão já projectados para médio prazo. Com um exemplo assim, que faltará para que oficialmente lhes seja reconhecido o mérito?!... Mário Cardoso