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27 de Julho, 2026

A Saga do PÊRO DA Covilhã – Orquestra de Sopros da Covilhã e ASTA

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Um acontecimento único! Uma obra original de Samuel Pascoal (jovem compositor português) onde a participação da Orquestra de Sopros da Covilhã e ASTA (Associação de Teatro e outras Artes – Covilhã) conseguem transpor através da música, da dramatização a vida de Pêro da Covilhã. Uma organização da Câmara Municipal da Covilhã e Museus da Covilhã.

 

Pêro da Covilhã: Corria o ano da graça de nosso senhor Jesus Cristo de 1487 quando Pêro da Covilhã partiu para esta empreitada que mudaria o destino de Portugal e do Mundo. Pêro da Covilhã, nasce em 1450 na cidade da Covilhã, aqui passa a sua infância e adolescência, onde trabalha no ramo dos tecidos até aos 18 anos. É com D. João II no trono de Portugal, que Pêro da Covilhã se torna escudeiro da Guarda Real e recebe das mãos do monarca uma das mais importantes missões ultra secretas: averiguar por terra e recolher informações acerca do caminho marítimo para o Oriente, com vista a alcançar o país das especiarias. Pêro da Covilhã visita as cidades índias de Ormuz, Cananor e Goa. Visita Melinde, Quiloa, Moçambique e Sofala. Uma vez dobrado o fim de África, facilmente alcança a Índia. Pêro da Covilhã cumpre cabalmente a sua missão. Morre deixando o seu testemunho, conquistando o seu lugar de destaque na história de Portugal, figurando inclusive no Padrão dos Descobrimentos.

 

A Obra: – “A Saga do Pêro da Covilhã” – Uma obra original para Orquestra de Sopros escrita pelo jovem compositor Samuel Pascoal. É constituída por introdução tipo marcha onde o tema principal no surge como dominante. Segue-se a obra em si que é composta por 8 temas que assinalam 8 momentos da vida e dos feitos de Pêro da Covilhã: 1: Narração das Viagens; 2: Pêro da Covilhã; 3: Ida para a Corte Espanhola; 4: Viagem por terra; 5: A doença, quase à morte; 6: Chegada à India; 7: Morte de Pêro da Covilhã, preparação da viagem de Vasco da Gama com base nas informações narradas por Pero da Covilhã e 8: Descoberta do caminho marítimo para índia por Vasco da Gama!

 

Orquestra de Sopros da Covilhã: A Orquestra de Sopros da Covilhã teve a sua origem na Banda da Covilhã e efetuou o seu primeiro concerto em Março de 2015. É constituída por instrumentistas de sopros e percussão portugueses, que na sua maioria iniciaram a sua formação na Academia de Música da Covilhã. Dedica-se a apresentação de repertório sinfónico, original para este tipo de formação, apostando nos jovens compositores portugueses e estrageiros. É constituída por 47 elementos e sob a direção musical do Maestro Luís Clemente.

 

Maestro Luís Miguel dos Santos Clemente: (Évora, 1977) é considerado como um dos maestros mais irreverentes e talentosos da cena musical portuguesa. Luís Clemente tem desenvolvido uma intensa atividade musical, como maestro e professor de direção de orquestra, e também científica enquanto investigador e professor. Como maestro trabalha e dirige regularmente inúmeras orquestras e ensembles em países como Portugal, Canadá, Estados Unidos, Espanha, Inglaterra, França, Suíça, Croácia, Itália, Roménia, entre outros. Nos últimos anos foi maestro assistente de Jan Cober em 2011, Ernest Schelle em 2011/2013, em 2014 de Arthur Arnold. Desde 2014 que estuda em Londres com o prestigiado maestro e pedagogo Colin Metters (Royal Academy of Music) – do qual é também maestro assistente nos cursos internacionais de Direção de Orquestra em Portugal – procurando aprender e aperfeiçoar-se constantemente. O maestro Colin Metters é  o seu mentor e atual professor. Foi-lhe atribuído em 2007 o prémio Caja Rural de Espana por mérito artístico em direção de orquestra. Em 2010 foi finalista no Concours Internationel de Jeunes Chefs D’Orchestre em Dijon. Em 2012 ganhou o 1º prémio no International Conducting Competition at Budapest atribuído pelo famoso maestro Michael Dittrich (Orquestra Sinfónica de Viena). Em 2013 foi finalista no International Conducting Competition em Constanta, na Roménia. Em 2014 ganhou o prémio do Rotary Club of Covilhã por excelência artística. Os seus mais recentes projetos incluem a Academia Internacional de Direção de Orquestra, a Banda Sinfónica da Covilhã, a Orquestra Nacional de Sopros e a Orquestra Sinfónica  Atlantic Coast Orchestra. Atualmente termina o seu Doutoramento em Direção de Orquestra, trabalhando com o seu professor e mentor Colin Metters. É desde 2015 artista oficial da Newland Batons.

 

ASTA: Esta estrutura profissional, fundada em 2000, encontra a sua identidade numa cultura transdisciplinar, tendo por base o teatro, que abraça todas as artes por igual e como uma forma de expressão da existência humana. Desde a sua origem, a ASTA procura a originalidade e a diferença a fim de alcançar a individualidade nas suas criações, nos métodos e nas linguagens, reinventando clássicos, desenvolvendo formas inovadoras de atuar, usando novas formas de expressão e recorrendo às novas tecnologias como ferramentas importantes de criação. O seu trabalho é bastante diversificado, passando pelo serviço educativo, pela realização de festivais, criação e produção de peças de teatro, edições, performances, animações, intercâmbios, residências, formações e workshops em várias áreas. Desde 2000 a ASTA já apresentou os seus trabalhos em Portugal nos seguintes distritos: Aveiro; Beja; Bragança; Castelo Branco; Coimbra; Évora; Faro; Guarda; Leiria; Lisboa; Porto; Setúbal; e, Viana do Castelo. No estrangeiro: no Brasil; na Costa Rica; em Espanha; em França; em Itália; na Turquia; e, na Venezuela. O seu trabalho é frequentemente reconhecido e premiado por várias entidades e Júris de festivais, tanto em Portugal como no estrangeiro. Possui inúmeras parcerias com companhias nacionais e estrangeiras, o que permite o desenvolvimento de um trabalho em rede.